Consumidores brasileiros devem gastar um total de 740 milhões de reais pelo comércio eletrônico no período que antecede o Dia das Crianças, crescimento de 20% em relação aos 615 milhões de reais registrados em 2010 (e-bit).

Consumidores de todo o Brasil devem gastar uma média de R$ 345 com comércio eletrônico durante o Dia das Crianças, ante R$ 350 gastos no ano de 2010 (e-bit).

Brinquedos, games, eletrônicos e artigos de informática devem ser as categorias de produtos mais populares durante o Dia das Crianças (e-bit).

Dos consumidores do estado de São Paulo que realizam compras em sites de e-commerce 86,3% têm planos de adquirir algum bem de consumo durante no quarto trimestre de 2011, dois pontos percentuais a menos em relação à intenção de compra verificada no terceiro trimestre deste ano, quando 88,3% dos compradores se mostraram dispostos em comprar ao menos uma mercadoria pela internet. Em comparação com o quarto trimestre de 2010 a queda foi de 1,2 ponto percentual (e-bit e Provar).

Eletroeletrônicos apresentaram a maior queda na intenção de compra online em relação ao quarto trimestre de 2011, passando de 36,1% para 32,8%, enquanto informática caiu de 31,9% para 30,2% (e-bit e Provar).

49% dos internautas de todo o mundo com idades entre 60-64 anos já realizou ao menos uma compra online, enquanto 41% dentre os de 65-79 anos e 29% dos maiores de 80 anos já fizeram o mesmo (A.T. Kearney)

90% dos consumidores de diversas regiões do mundo afirmaram ter lido comentários sobre produtos na web de outros compradores com preferências de consumo semelhantes, com 83% deles afirmando que estes comentários incidem em sua tomada de decisão de compra. Além disso, 48% deles afirmaram ter comentado sobre algum produto na internet (ChanelAdvisor).

34% dos consumidores globais disseram ter se tornado seguidores de varejistas no Facebook, enquanto 83% afirmaram que é provável que acessem algum site de varejo após ele ter sido recomendado por um amigo do Facebook (ChanelAdvisor).

Consumidores que utilizam seus aparelhos móveis para comprarem bens físicos pela internet devem movimentar 170 bilhões de dólares em 2015 no mundo. O montante é quase o triplo dos 60 bilhões de dólares previstos para este ano (Juniper Research).

10% de todos os internautas que acessaram algum site de e-commerce no Reino Unido o fez utilizando seu aparelho móvel. No entanto, eles são 49% menos propensos a comprar alguma mercadoria nestes sites em relação aos que acessam através de computadores desktop (Screen Pages).

Consumidores que visitam sites de comércio eletrônico a partir de dispositivos móveis visualizam 17% menos páginas do que aqueles compradores que acessam através de um computador de mesa, enquanto a taxa de conversão destes consumidores móveis é 41% inferior em relação aos que acessam por vias tradicionais (PC) (Screen Pages).

O índice percentual de consumidores que utilizam seus dispositivos móveis para acessar sites dee-commerce no Reino Unido sobe para 15% quando se trata de marcas sofisticadas, o que leva a crer que o uso destes aparelhos é maior entre as classes sociais mais elevadas. Além disso, 81% de todos os acessos móveis foram através de algum dispositivo da Apple, sendo 47% de um iPad e 35% a partir de um iPhone (Screen Pages).

50% consumidores norte-americanos gastam 75% de seu tempo de compra realizando pesquisas sobre bens de consumo na internet, com uma parcela de 15% deles gastando 90% ou mais (e-tailing group e PowerReviews).

44% dos consumidores dos Estados Unidos que realizam pesquisas sobre produtos online têm como ponto de partida motores de busca, enquanto 33% iniciam suas procuras em sites de empresas de varejo, 20% em sites de manufatureiros e apenas 3% iniciam suas pesquisas através de sites de redes sociais, como Facebook ou Twitter (e-tailing group e PowerReviews).

Um combinado de 71% dos consumidores norte-americanos nunca (49%) ou raramente (21%) utilizam redes sociais para obter recomendações de produtos, com 13% afirmando que utilizam às vezes (e-tailing group e PowerReviews).

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